Já que aqui vai ser um lugar onde eu deposito os meus pensamentos, acho que faz sentido apresentar o meu caderno de escrita, que ta comigo ai desde o quinto ano sendo um espaço seguro para eu escrever oque vinha na mente.
''É incrível que em um momento tão comum, algo que se tornou comum, eu tenha aparecido novamente, completamente vulnerável para o demais. Tu . E eu escondo de você meu amor, eu era um livro aberto que você escolheu consecutivamente não ler. Você viu os segredos da minha alma, aqueles que escondo por debaixo das mascaras sociais, e do mundo exterior. Mas neste quarto, sinto a liberdade e o conforto da tristeza de saber que não importa, nunca vou poder ser eu mesmo. Sempre escondo aquilo que sinto vergonha, ainda mais agora sabendo que oque mostrei foi um incomodo. Você passou por péssimos momentos meus, esse é um deles, que eu jurei nunca repetir, mas mesmo assim tu me mostrou que contigo as coisas são iguais, graças a isso, posso ser um livro aberto e guardado em um lugar onde a luz não alcança. ''
Olhando por fora depois que tudo acabou, me culpo por não ter percebido o lugar de bosta que eu tava me metendo. Mas olhando pelo lado positivo, eu escrevi uns bons textos tristes por causa dele :)
porra cara que capa irada a desse teu caderno. Tenta digitalizar as páginas dele com uma impressora, ou só transcrever mais textos, seria interessante :p
ResponderExcluirótimo texto!! é foda ser um livro aberto que nunca é lido... gostei bastante da analogia